Mini Rage Face LOL Smiley Paranoia Delirante
Rir cura o cansaço na alma. Sandra Frassetto.    (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: versear)

Mas se o destino insistir em nos separar, danem-se os astros, os autos, os signos, os dogmas, os búzios, as bulas, anúncios, tratados, ciganas, projetos, profetas, sinopses, espelhos, conselhos, se dane o evangelho e todos os orixás… Serás o meu amor, serás, amor, a minha paz! Consta na pauta, no Karma, na carne, passou na novela, está no seguro, picharam no muro, mandei fazer um cartaz… Serás o meu amor, serás a minha paz! Chico Buarque. (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: chicocanta)

Eu sentia que precisava de você todos os dias, do mesmo jeito que preciso de uma xícara de café com leite pela manhã. Gramaticas. (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: gramaticas)

Palavras! Meras palavras! Quão terríveis eram! Quão claras, vívidas e cruéis! Delas, ninguém consegue escapar. Mas que mágica sútil contêm! Parecem capazes de dar uma forma plástica a coisas amorfas e de conter uma música própria, doce como a da viola, do alaúde. Meras palavras! Existiria algo tão real quanto às palavras? Oscar Wilde. In: O Retrato de Dorian Gray  (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: expressaoliteral)

O amor não espera, não espera que que você termine a faculdade, que arrume um bom emprego, não ouve o ‘tic e tac’ do seu relógio biológico apitando. O amor não quer saber se você está preparado pra recebe-lo com braços abertos, se o dia está ruim, o ônibus lotado. O amor é impontual assim como qualquer boa surpresa. Chega manso e sem artifícios, cotidiano. O amor não tem culpa se você esperava um sol sempre se pondo, carnaval o ano inteiro, eternamente meia noite de um novo ano. O amor vem, você querendo ou não. Como um dia nublado de domingo, preguiço e tão simples que talvez você não o note. E se você não notar a presença do amor ele simplesmente faz suas malas e vai embora tão rápido quanto um fim de semana. Epigrafias. (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: sublimado)

No último segundo você acha o ar, retoma o fôlego depois de se debater tanto. Por dentro tudo treme, os ossos doem implorando por descanso. Você passa a palma das mãos sobre os olhos apertando, tentando dali retirar algum entendimento, alguma explicação. Tanto tempo se passou. O medo se acumulou. Pilhas e pilhas de abandono. Uma coleção inteira e bem sofisticada chamada solidão. Mas finalmente você respira. ´Você já passou por isso tantas vezes que nem mais se espanta. Recosta teu corpo no velho sofá, ascende um cigarro, olha de longe a garrafa na estante e exercendo uma força descomunal declina seu corpo pra frente. Acaba mesmo ficando ali, não se mexe, só desloca a estrutura carnal deixando a pobre alma exausta no sofá. E a unica pergunta que se repete em sua mente é - “Será que agora vai ser diferente?” Elisa Bartlett  (via oxigenio-dapalavra)